Bem-vindo

Na década de 1980/1990, plantei um brinco-de-princesa (fúchsia) no meu jardim, que resiste até hoje, através da reprodução. Desconheço o seu nome.
J
á em 2008, numa visita a um centro de jardinagem, vi ali vários espécimens que tinham flores de côr, forma e tamanhos diferentes. Foi a partir desse dia que comecei a interessar-me por esta planta.
H
oje possuo uma coleção  que ultrapassa a centena, que não resisto em aumentar quando a oportunidade surge. Já é uma paixão! Diria até que é um vício!

Convido os visitantes deste site a fazerem a sua própria coleção, estando disponível para ajudar.

 

Como posso ajudar

Não precisa sair de casa!!! Caso único em Portugal!!!

Todos os anos, reproduzo os meus Brincos-de-Princesa, ficando alguns disponíveis para troca com outros colecionadores, ou para oferta a novos colecionadores, pagando estes apenas a embalagem e portes de envio para a morada do interessado, para todo o território Continental.

Esses Brincos-de-Princesa vão devidamente identificados, para que os colecionadores possam ir catalogando os que possuem e assim, adquirirem novos exemplares.

 

Comece por consultar a  lista de fúchsias disponíveis  para reprodução e faça a pré-encomenda entre agosto e janeiro, através de e-mail.

Durante o mês de março e a primeira quinzena de abril será alertado/a de  que a encomenda está pronta para envio. Só neste momento efetua  o pagamento. As encomendas serão enviadas pela ordem de pré-marcação.

 

Condições de envio para os Colecionadores:

 
O custo de preparação da embalagem é de € 1,00 por cada Brinco-de-Princesa, no mínimo de 10 unidades, acrescido de € 10,00 para transporte, qualquer quantidade.
 
Exemplo: 10 plantas X €1,00 = € 10,00, mais € 10,00  para transporte dá o total de € 20,00.
 

São enviadas pela transportadora CHRONOPOST PORTUGAL , levando até 48 horas a serem entregues na morada indicada.

 
O pagamento é feito por transferência bancária. Após conferência da transferência, é feito o envio.
 
Se  em março/abril passar em Botequim-Torres Novas, contacte-me para preparar a encomenda, evitando os gastos de envio.
 
NOTA: Para os  sócios da Asociacion Española de la Fuchsia o envio é feito por simples troca, sem qualquer outra despesa.

 

A divisão de uma flor de fúchsia. Produzem bagas com sementes férteis.

Fuchsia, o princípio

Fuchsia é um género de plantas com flor pertencente à família Onagraceae, da ordem Myrtales, que agrupa 113 espécies validamente descritas, maioritariamente arbustos, com distribuição natural nas Américas e na Oceânia. Devido à forma vistosa das suas flores pendentes, muitas das espécies deste género são conhecidas pelo nome comum de brincos-de-princesa. Várias espécies deste género, e seus cultivares híbridos são utilizadas como planta ornamental, estando algumas naturalizadas em diversas regiões de clima subtropical.

 
Distribuição e taxonomia

A grande maioria das espécies do género Fuchsia tem distribuição natural limitada à América do Sul, com poucas espécies com distribuição na América Central e no México e um outro grupo na Nova Zelândia e Tahiti. Uma espécie, Fuchsia magellanica, é originária do da Tierra del Fuego na zona temperada fria do Hemisfério Sul, mas as restantes são originárias de regiões tropicais ou subtropicais.

As espécies de Fuchsia são arbustos (microfanerófitos) de 0,2–4 m de altura, mas uma espécie da Nova Zelândia, conhecida pelo nome comum de "kotukutuku" (Fuchsia excorticata), desvia-se do padrão do género e é uma árvore que atinge 12–15 m de altura.

O género foi descrito por Lineu e publicado em Species Plantarum 2: 1191. 1753.

O nome genérico Fuchsia tem como etimologia o apelido do botânico Leonhart Fuchs (1501-1566), a quem foi dedicado.

A primeira espécie, Fuchsia triphylla, foi descoberta na ilha Hispaniola (nas Caraíbas) pelo monge botânico francês, Charles Plumier, no ano 1696-97. O nome da planta foi dado em honra do botânico alemão, Lehonard Fuchs.

NOTA: Plum. é a abreviatura padrão usada para indicar Charles Plumier como autoridade na descrição e classificação científica de um nome botânico.

 
Descrição

As folhas de Fuchsia são opostas, inseridas em grupos de 3-5, lanceoladas simples , embora normalmente apresentem margens serradas (inteiras em algumas espécies), com 1–25 cm de comprimento. As plantas podem ser tanto de folha caduca como de folha perene, dependendo das espécies.

A flores são em geral vistosas, com diversos matizes ou cores, variando desde cálices brancos a magenta intenso (daí o nome de “fúchsia” dado à coloração magenta). As flores são em geral pendentes, com pedúnculos longos que as fazem orientar para baixo. O cálice é cilíndrico, com quatro lóbulos e corola de quatro pétalas. A maioria tem a forma de decorativos brincos (daí o nome comum destas plantas), que florescem com profusão no verão e no outono, ou, no caso das espécies tropicais, durante todo o ano. Apresentam quatro sépalas longas e estreitas, e quatro pétalas curtas e largas.

Em muitas espécies as sépalas são de coloração vermelho brilhante, e as pétalas de coloração púrpura (combinação de cores que atrai os colibris que as polinizam), mas as cores podem variar de branco a vermelho-escuro, azul-púrpura e laranja. Algumas poucas espécies apresentam coloração em tons de amarelo.

O fruto é uma baga pequena (5–25 mm), cilíndrica, com coloração vermelho-verdoso escuro a vermelho intenso quando madura, comestível. As sementes são pequenas e numerosas.

 
Cultivo

Diversas espécies do género Fuchsia são cultivadas como plantas ornamentais, sendo arbustos de jardim muito populares, As espécies mais resistentes ao frio, como Fuchsia magellanica, podem ser cultivadas ao ar livre em climas como o das Ilhas Britânicas (onde aquela espécie se encontra naturalizada na Irlanda e no sudoeste da Grã Bretanha), mas a maioria dos cultivares mais populares são plantas que necessitam de ser recolhidas em estufa durante o inverno.

Os cultivares mais correntes são híbridos, dos quais há milhares, propagados por estacas, dado que as sementes não permitem propagar as mesmas características da planta original. São, neste momento, mais de 14 555  (ver NkvF) cultivares de Fuchsia registados, sendo alguns de grande importância comercial.

 

Espécies

O género abrange 113 espécies validamente descritas, maioritariamente oriundas da América do Sul e da América Central. Um pequeno número de espécies tem origem na ilha Hispaniola (duas espécies), na Nova Zelândia (três espécies) e no Taiti (um espécie). Dada a grande biodiversidade e plasticidade morfológica deste género e a facilidade de hibridização entre as suas espécies, o número de espécies consideradas como válidas tem variado muito, criando uma vasta sinonímia. Estas mesmas causas levaram a que o géneros tenha sido circunscrito de diversas formas, criando também uma rica sinonímia em termos de nomes genéricos.

Philip A. Munz, na sua obra de 1943 intitulada "A revision of the genus Fuchsia (Onagraceae)", classificou as espécies de Fuchsia em sete secções com 100 espécies. Mais recentemente, publicações científicas, especialmente as dos botânicos Dennis E. Breedlove, da University of California, e Paul E. Berry, da University of Michigan, reconheceram 108 espécies e 122 taxa, organizados em doze secções.

Na Nova Zelândia e Tahiti, a secção Skinnera passou a incluir apenas três espécies, dado que F. × colensoi foi identificada como um híbrido de ocorrência natural entre F. excorticata e F. perscandens. Também F. procumbens foi colocada na sua própria secção, Procumbentes. Foram criadas duas novas secções, Pachyrrhiza e Verrucosa, cada uma delas com apenas uma espécie.

A base de dados The Plant List, um empreendimento cooperativo que agrupa diversas reputadas instituições de investigação botânica para manter uma lista actualizada das espécies validamente descritas, lista como aceites as espécies de Fuchsia abaixo (ver aqui: (ver aqui: http://www.theplantlist.org/1.1/browse/A/Onagraceae/Fuchsia/#A).

A vasta maioria dos híbridos de jardim descende de apenas algumas espécies parentais.

NOTA: A maior parte desta informação foi retirada de http://pt.wikipedia.org/wiki/Fuchsia por ser de rigor científico e atual.

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